terça-feira, 1 de março de 2011

PSICOLOGIA DE ALMANAQUE


Esse título me remete à infância..
Eu passei boa parte da minha infância viajando do Rio de Janeiro para Paulo Jacinto nas férias escolares com meus pais. Mamãe, carioca, nasceu no Rio, Mas papai, alagoano, nasceu no município de Quebrangulo
e viveu em Paulo Jacinto praticamente toda a juventude. Mas a psicologia de almanaque a que me refiro era a psicologia que eu lia no Almanaque Biotônico Fontoura, que trazia impresso em suas páginas conselhos para a dona de casa, dicas de plantio para o homam do campo, entrevistas com médicos de família, matérias sobre saúde e bem estar, e claro, a coluna de psicologia famossíssima por sua característica inédita: uma vez que nesse meado dos anos 70 a psicologia era ainda uma descoberta. Hoje, a psicologia conquistou seu lugar de destaque, com toda a propriedade que lhe é característica, e a importância e respeito que lhe são devidas. Na època as pessoas pouco conheciam o termo e seu significado e o Almanaque foi o ponto forte de sua popularização.



Dada sua devida introdução vamos ao que interessa:
Que negócio é esse de direitos humanos???
Como funciona????
Que significa todo o estatuto???
Trauma? Como?
Como se traumatiza um bandido..????? coitado!!!
E eu????
Como é que eu fico nessa história???
Eu que saio todo dia de 7 às 17, na luta pelos meus filhos e pela nossa sobrevivência...Tem direitos humanos prá mim, tem???
Aonde???
Recentemente, tive uma faca de cozinha me arranhando as costelas e claro, terminei sem relógio, sem dinheiro e sem celular... Pensei em dar um tabefes no pivete, mas os direitos humanos não deixam, e ai???
Fiquei, eu frustrada..e o pivete realizado...meus pertences, niguém sabe, ninguém viu.. e assim seguimos no sonho de ser uma sociedade psicologicamente ajustada, com meliantes realizados e felizes e trabalhadores recaucados e  frustrados.
Felicidades!!!

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